Sunday, October 26
Leonard Cohen
It's four in the morning, the end of December
I'm writing you now just to see if you're better
New York is cold, but I like where I'm living
There's music on Clinton Street all through the evening.
I hear that you're building your little house deep in the desert
You're living for nothing now, I hope you're keeping some kind of record.
Yes, and Jane came by with a lock of your hair
She said that you gave it to her
That night that you planned to go clear
Did you ever go clear?
Ah, the last time we saw you you looked so much older
Your famous blue raincoat was torn at the shoulder
You'd been to the station to meet every train
And you came home without Lili Marlene
And you treated my woman to a flake of your life
And when she came back she was nobody's wife.
Well I see you there with the rose in your teeth
One more thin gypsy thief
Well I see Jane's awake --
She sends her regards.
And what can I tell you my brother, my killer
What can I possibly say?
I guess that I miss you, I guess I forgive you
I'm glad you stood in my way.
If you ever come by here, for Jane or for me
Your enemy is sleeping, and his woman is free.
Yes, and thanks, for the trouble you took from her eyes
I thought it was there for good so I never tried.
And Jane came by with a lock of your hair
She said that you gave it to her
That night that you planned to go clear --
Encore

Prometo que é o último sobre dEUS, pelo menos, para já. Mas tinha de vir até aqui escrever sobre a experiência que se atravessou no meu caminho esta semana. Há uns bons 11, 12 anos fui ver um concerto. A banda chamava-se dEUS, vinha da Bélgica era estranha, alternativa (seja lá isso o que for) e subiu ao palco de uma Aula Magna cheia e ávida para a engolir com estilo e savoir faire. Foi amor à primeira, segunda, terceira vista e com direito a um encore. Da invasão do palco naquela noite (a pedido de um Tom Barman a passar pelo auge de qualquer coisa) à consagração mais contida no passado Domingo foram cardos, foram rosas, foram narrativas, foram distúrbios, foram passos, foram paragens, foram mais, foram menos, mas na essência nem um abalo. Perfeito, digo eu. Ainda mais perfeito(ou quase perfeito), saber que tive direito a um encore. O encore.
Sunday, October 19
Círculo
é incrível como os anos passam e nada muda...ou muda... mas haverá sempre aquela parte intocável.
Wednesday, October 15
Para quem merece
Foram dois anos intensos. Muitas emoções, enganos, risos, algumas desulisões, palavras justas (outras nem tanto), desafios, nervos (muitos), gargalhadas, situações, imagens, música, sons, palavras, perguntas, respostas, não respostas, luz, amigos, encontros, desencontros, partilha... a tudo isto respondo com mais uma viragem, com mais um ponto alto e um depois logo se vê. Já agora, permitam-me um forte obrigada a quem esteve ao meu lado na conquista de grandes momentos.
Friday, October 10
Thursday, October 9
10,9,8,7,6,5,4,3,2,1...
E arranca a contagem decrescente
Só uma coisa, o post anterior pretendia ser irónico. Acreditam mesmo nisso?
Tuesday, October 7
Há uma razão para tudo

Pára tudo. Tenho um amigo que se rebelou com a minha suspensão do pensar. Calma rapaz, sabes que isso é impossível.
Hoje tive uma notícia. Uma amiga, a Strangers cá do sítio, andou a fazer pesquisas sobre o chamado Karma e como ela é uma desgraçada que está sempre a levar com os meus atrofios emocionais foi ver o que me ditou o universo para esta vida iniciada suavemente numa bela noite de Maio. Então o meu amigo Karma aponta-me para um caminho de redenção através de traumas românticos. Isto porquê? Ora, porque provavelmente na vida passada era um agente das SS e participei activamente no extermínio de judeus, deficientes e etc. Como participei não sei. Não sei se dava ordens nos campos, se abria o gás, se invadia bairros polacos, não sei, não me lembro (para meu bem). Até podia ter sido o Hitler…ou o outro amiguinho que agora não me lembro do nome…o Himmler ou lá o que é (também não interessa), o Monstro II. Agora a minha questão é só uma, porque raio saio lesada em matéria emocional? É parvo, certo? De qualquer maneira. HEY... UNIVERSO... já captei e sou uma pessoa melhor.
Saturday, October 4
Thursday, October 2
Só por hoje
E não é que hoje vou voltar a escrever aqui. Vou jorrar tinta até que os dedos fiquem sem pele e o teclado absorva o sangue e o suor da minha expressão ou então até que a bateria do portátil puff acabe. Nem vou por vírgulas e se falhar acentos, azar. A questão é: por que raio...bolas... por que raio é que... não sei... esqueci-me, hoje vou suspender o meu pensar demais.
Wednesday, October 1
Tudo ou Nada...não temos tempo para o meio termo
Making Of - It's all or nothing -
Bem, passo a explicar: no passado mês de Agosto aconteceu-me isto. Ode às coisas simples, coisa que faz falta a tanta gente. Alimentados com queijinho da serra, risos, bom vinho, um sol quente e uma paisagem brutal, foi este o resultado de três dias em Idanha-a-Nova. Deposito aqui o making of, mais tarde vamos ter o vídeo completo bem catita. A banda, pois, chama-se Wonderland e ao tema deu o título It´s All or Nothing, o segundo single do recente álbum. Reflexões a retirar da experiência: Quero fugir para aquele momento de ficção e torná-lo real (com as devidas alterações)e...hum... é tudo ou nada.
Bem, passo a explicar: no passado mês de Agosto aconteceu-me isto. Ode às coisas simples, coisa que faz falta a tanta gente. Alimentados com queijinho da serra, risos, bom vinho, um sol quente e uma paisagem brutal, foi este o resultado de três dias em Idanha-a-Nova. Deposito aqui o making of, mais tarde vamos ter o vídeo completo bem catita. A banda, pois, chama-se Wonderland e ao tema deu o título It´s All or Nothing, o segundo single do recente álbum. Reflexões a retirar da experiência: Quero fugir para aquele momento de ficção e torná-lo real (com as devidas alterações)e...hum... é tudo ou nada.
Sunday, September 28
Wednesday, September 24
Notas de uma viagem

Que dia é hoje? Esperem lá... hum...dia 24 de Setembro. Pois bem, também não interessa. Apetece-me perder-me no tempo, não quero saber das horas, dos minutos, dos calendários, dos muros temporais e cenas. Continuo aborrecida mas também não fugi. Para onde é que se foge hoje em dia? Foge-se para dentro, só se for isso. Fugir para dentro é assustador. Cada um com cada profundeza. Vamos caindo lá para dentro levados pelo peso da voz de Tom Waits. Vamos descendo, descendo, des...cen...do, entre um verso e o outro, entre o que reconhecemos e o que esquecemos. Descer até ao núcleo do que vamos sendo. Labirinto de nós, alguém arrisca? Pelo caminho apanhamos e soltamos caras, emoções, a tal lágrima que caíu naquele dia escuro, aquela música que ficou, aquele adeus que custou tanto tanto tanto dizer, aquele sorriso/estátua que acabou por ruir. Uma fuga agridoce agora ao som de Johnny Cash. Voltas e voltas na descida. Como é que se sobe?
Monday, September 15
Tuesday, September 9
Falta de memória
A falta de memória de que toda a gente se queixa "nasceu" com o único intuito de contribuir para a nossa felicidade.
Imagine-se como seria lembrarmo-nos de tudo e eu estou a falar de rigorosamente tudo... de todas as palavras que toda a gente nos disse até hoje, de todas as imagens que já nos passaram pela retina, de todas as emoções que nos invadiram a alma...Viveríamos tão ocupados a processar a enormidade de informação e a assimilar os novos dados que daríamos em doidos.
Mas mais não fosse faria com que fosse impossível a convivência com outras pessoas. Passaríamos todo o tempo indecisos sobre se gostamos ou não da pessoa em questão. "Pois se ela já nos fez/disse coisas tão más... mas também já nos fez/disse coisas tão boas!" Só o tempo que demoraria "tirar os 9 fora"!
Assim a nossa memória selectiva e limitada protege-nos.
E ainda juntamos à equação o institinto para compensar a falta de memória. "Já não me lembro muito bem porquê mas gosto tanto desta pessoa!".
As discussões entre os casais seriam simplesmente insuportáveis:
- Porque tu, no dia 26 de Janeiro de 2004, às 17:32, no restaurante XPTO, no jantar de aniversário da Teresa, disseste que....
- Ah é?! Mas isso foi porque tu, há precisamente 2 anos e 3 dias, no quarto e antes de nos deitarmos, fizeste...
E nunca mais saiamos dali porque nem sequer podíamos questionar a memória alheia...
Por isso, caríssimos, em vez de se estarem a queixar que vos falta a memória, pensem antes em como seria se a tivessem toda.
Imagine-se como seria lembrarmo-nos de tudo e eu estou a falar de rigorosamente tudo... de todas as palavras que toda a gente nos disse até hoje, de todas as imagens que já nos passaram pela retina, de todas as emoções que nos invadiram a alma...Viveríamos tão ocupados a processar a enormidade de informação e a assimilar os novos dados que daríamos em doidos.
Mas mais não fosse faria com que fosse impossível a convivência com outras pessoas. Passaríamos todo o tempo indecisos sobre se gostamos ou não da pessoa em questão. "Pois se ela já nos fez/disse coisas tão más... mas também já nos fez/disse coisas tão boas!" Só o tempo que demoraria "tirar os 9 fora"!
Assim a nossa memória selectiva e limitada protege-nos.
E ainda juntamos à equação o institinto para compensar a falta de memória. "Já não me lembro muito bem porquê mas gosto tanto desta pessoa!".
As discussões entre os casais seriam simplesmente insuportáveis:
- Porque tu, no dia 26 de Janeiro de 2004, às 17:32, no restaurante XPTO, no jantar de aniversário da Teresa, disseste que....
- Ah é?! Mas isso foi porque tu, há precisamente 2 anos e 3 dias, no quarto e antes de nos deitarmos, fizeste...
E nunca mais saiamos dali porque nem sequer podíamos questionar a memória alheia...
Por isso, caríssimos, em vez de se estarem a queixar que vos falta a memória, pensem antes em como seria se a tivessem toda.
Monday, August 11
Regresso
Let me tell you a thing
On popular culture
American swing
The British add sulphur
I'll buy you a beer
If you can compete from here
They throw you a line
Let me see it you catch it
And they'll give you some time, sure
If you got something to match it
Just as long as you know
Who is running that show, oooohhhh
And I was thinking, well hey
I'm gonna throw it away
Throwing out my popular culture
Cause now you know it's not great
If you don't come from the states
You will always be late to be in popular culture
From western slang
To showbiz spells
You'd almost think
There's nothing else
Can you give me the news
On the romantic actor
No, I don't really care but his blues
Is for me a distractor
Through his eyes I can see
What is wrong with me
And I was thinking, well hey
I'm gonna throw it away
Throwing out my popular culture
Cause now you know it's not great
If you don't come from the states
You will always be late to be in popular culture
From western slang
To showbiz spells
You'd almost think
There's nothing else
And I was thinking, well hey
Well what the hell is my place
If someone else will dictate
My singular culture
Cause everybody's a star
And if you don't think too far
You can define who you are
Through popular culture
It's like you're not really seen
Without a fashionable spleen
That is so much alike the one
Your heroes suffered
And so you gotta be strong
You've got to just speak in tongues
About how you belong
In popular culture
Ta dito!
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