Saturday, October 4
Thursday, October 2
Só por hoje
E não é que hoje vou voltar a escrever aqui. Vou jorrar tinta até que os dedos fiquem sem pele e o teclado absorva o sangue e o suor da minha expressão ou então até que a bateria do portátil puff acabe. Nem vou por vírgulas e se falhar acentos, azar. A questão é: por que raio...bolas... por que raio é que... não sei... esqueci-me, hoje vou suspender o meu pensar demais.
Wednesday, October 1
Tudo ou Nada...não temos tempo para o meio termo
Making Of - It's all or nothing -
Bem, passo a explicar: no passado mês de Agosto aconteceu-me isto. Ode às coisas simples, coisa que faz falta a tanta gente. Alimentados com queijinho da serra, risos, bom vinho, um sol quente e uma paisagem brutal, foi este o resultado de três dias em Idanha-a-Nova. Deposito aqui o making of, mais tarde vamos ter o vídeo completo bem catita. A banda, pois, chama-se Wonderland e ao tema deu o título It´s All or Nothing, o segundo single do recente álbum. Reflexões a retirar da experiência: Quero fugir para aquele momento de ficção e torná-lo real (com as devidas alterações)e...hum... é tudo ou nada.
Bem, passo a explicar: no passado mês de Agosto aconteceu-me isto. Ode às coisas simples, coisa que faz falta a tanta gente. Alimentados com queijinho da serra, risos, bom vinho, um sol quente e uma paisagem brutal, foi este o resultado de três dias em Idanha-a-Nova. Deposito aqui o making of, mais tarde vamos ter o vídeo completo bem catita. A banda, pois, chama-se Wonderland e ao tema deu o título It´s All or Nothing, o segundo single do recente álbum. Reflexões a retirar da experiência: Quero fugir para aquele momento de ficção e torná-lo real (com as devidas alterações)e...hum... é tudo ou nada.
Sunday, September 28
Wednesday, September 24
Notas de uma viagem

Que dia é hoje? Esperem lá... hum...dia 24 de Setembro. Pois bem, também não interessa. Apetece-me perder-me no tempo, não quero saber das horas, dos minutos, dos calendários, dos muros temporais e cenas. Continuo aborrecida mas também não fugi. Para onde é que se foge hoje em dia? Foge-se para dentro, só se for isso. Fugir para dentro é assustador. Cada um com cada profundeza. Vamos caindo lá para dentro levados pelo peso da voz de Tom Waits. Vamos descendo, descendo, des...cen...do, entre um verso e o outro, entre o que reconhecemos e o que esquecemos. Descer até ao núcleo do que vamos sendo. Labirinto de nós, alguém arrisca? Pelo caminho apanhamos e soltamos caras, emoções, a tal lágrima que caíu naquele dia escuro, aquela música que ficou, aquele adeus que custou tanto tanto tanto dizer, aquele sorriso/estátua que acabou por ruir. Uma fuga agridoce agora ao som de Johnny Cash. Voltas e voltas na descida. Como é que se sobe?
Monday, September 15
Tuesday, September 9
Falta de memória
A falta de memória de que toda a gente se queixa "nasceu" com o único intuito de contribuir para a nossa felicidade.
Imagine-se como seria lembrarmo-nos de tudo e eu estou a falar de rigorosamente tudo... de todas as palavras que toda a gente nos disse até hoje, de todas as imagens que já nos passaram pela retina, de todas as emoções que nos invadiram a alma...Viveríamos tão ocupados a processar a enormidade de informação e a assimilar os novos dados que daríamos em doidos.
Mas mais não fosse faria com que fosse impossível a convivência com outras pessoas. Passaríamos todo o tempo indecisos sobre se gostamos ou não da pessoa em questão. "Pois se ela já nos fez/disse coisas tão más... mas também já nos fez/disse coisas tão boas!" Só o tempo que demoraria "tirar os 9 fora"!
Assim a nossa memória selectiva e limitada protege-nos.
E ainda juntamos à equação o institinto para compensar a falta de memória. "Já não me lembro muito bem porquê mas gosto tanto desta pessoa!".
As discussões entre os casais seriam simplesmente insuportáveis:
- Porque tu, no dia 26 de Janeiro de 2004, às 17:32, no restaurante XPTO, no jantar de aniversário da Teresa, disseste que....
- Ah é?! Mas isso foi porque tu, há precisamente 2 anos e 3 dias, no quarto e antes de nos deitarmos, fizeste...
E nunca mais saiamos dali porque nem sequer podíamos questionar a memória alheia...
Por isso, caríssimos, em vez de se estarem a queixar que vos falta a memória, pensem antes em como seria se a tivessem toda.
Imagine-se como seria lembrarmo-nos de tudo e eu estou a falar de rigorosamente tudo... de todas as palavras que toda a gente nos disse até hoje, de todas as imagens que já nos passaram pela retina, de todas as emoções que nos invadiram a alma...Viveríamos tão ocupados a processar a enormidade de informação e a assimilar os novos dados que daríamos em doidos.
Mas mais não fosse faria com que fosse impossível a convivência com outras pessoas. Passaríamos todo o tempo indecisos sobre se gostamos ou não da pessoa em questão. "Pois se ela já nos fez/disse coisas tão más... mas também já nos fez/disse coisas tão boas!" Só o tempo que demoraria "tirar os 9 fora"!
Assim a nossa memória selectiva e limitada protege-nos.
E ainda juntamos à equação o institinto para compensar a falta de memória. "Já não me lembro muito bem porquê mas gosto tanto desta pessoa!".
As discussões entre os casais seriam simplesmente insuportáveis:
- Porque tu, no dia 26 de Janeiro de 2004, às 17:32, no restaurante XPTO, no jantar de aniversário da Teresa, disseste que....
- Ah é?! Mas isso foi porque tu, há precisamente 2 anos e 3 dias, no quarto e antes de nos deitarmos, fizeste...
E nunca mais saiamos dali porque nem sequer podíamos questionar a memória alheia...
Por isso, caríssimos, em vez de se estarem a queixar que vos falta a memória, pensem antes em como seria se a tivessem toda.
Monday, August 11
Regresso
Let me tell you a thing
On popular culture
American swing
The British add sulphur
I'll buy you a beer
If you can compete from here
They throw you a line
Let me see it you catch it
And they'll give you some time, sure
If you got something to match it
Just as long as you know
Who is running that show, oooohhhh
And I was thinking, well hey
I'm gonna throw it away
Throwing out my popular culture
Cause now you know it's not great
If you don't come from the states
You will always be late to be in popular culture
From western slang
To showbiz spells
You'd almost think
There's nothing else
Can you give me the news
On the romantic actor
No, I don't really care but his blues
Is for me a distractor
Through his eyes I can see
What is wrong with me
And I was thinking, well hey
I'm gonna throw it away
Throwing out my popular culture
Cause now you know it's not great
If you don't come from the states
You will always be late to be in popular culture
From western slang
To showbiz spells
You'd almost think
There's nothing else
And I was thinking, well hey
Well what the hell is my place
If someone else will dictate
My singular culture
Cause everybody's a star
And if you don't think too far
You can define who you are
Through popular culture
It's like you're not really seen
Without a fashionable spleen
That is so much alike the one
Your heroes suffered
And so you gotta be strong
You've got to just speak in tongues
About how you belong
In popular culture
Ta dito!
Tuesday, July 15
Para a minha princesa...
... que mesmo (ainda) não tendo caracóis no cabelo, pode sentir o aconchego da voz do Caetano...
Sunday, June 29
Dirty Dancing... outra vez! (por favor, não me chamem maluca...)
Desculpem, mas não resisti! Não é que o casal que dançou a música do Dirty Dancing no casamento foi à Oprah porque o video deles foi dos mais vistos no YouTube??? Melhor: o próprio do Patrick aparece, para lhes ensinar umas coisinhas...
Tuesday, June 24
Wednesday, June 18
para ti
Para vocês... e para ti... que de certeza sentes nas lágrimas que caiem dos teus olhos esta música. Adoro-te e estou aqui para ti. Não estás sozinha.
Wednesday, June 11
Wednesday, June 4
E as tuas mãos foram minhas com calma...
Sei que não devia fazer publicidade gratuita, mas estou fascinada com este anúncio. A primeira vez que o vi, fiquei com dúvidas: a voz era demasiado peculiar. Agora, estou viciada. Por isso, tomem lá com a versão longa. :-)
Curiosidade: o pormenor do que é escrito nas costas pertence a um poema de Tom Jobim e Vinicius de Moraes ("O que tinha de ser")
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